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Sejam todos bem-vindos ao meu blog! Esse blog tem por objetivo compartilhar idéias com pessoas que se interessam por artesanato em geral!

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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

PATCHWORK - HISTÓRIA


Quem aí gosta de História???
A partir de hoje, nós estaremos contando um pouco sobre a magnífica história das Colchas de Retalhos durante os séculox XIX e XX.

Em 31 de dezembro de 1839, no Condado de McDowell, Carolina do Norte, Hannah e Pharaoh, ambos com doze anos de idade, foram dados como presente de casamento, por John e Rebecca Logan, para sua filha, Margaret Ruth, e seu marido, Thomas Young Greenlee.

Tendo adotado o sobrenome de seus donos, a menina, uma criada da casa, e o menino, um ferreiro, casaram-se mais tarde e tiveram uma filha, chamada Emm. Pouco se sabe sobre eles além disto, exceto que a confecção, de habilidade excepcionalmente artística, da colcha de retalhos aqui reproduzida foi começada por Hannah Greenlee, talvez em torno de 1880, e concluída por sua filha, em 1896, algum tempo após a morte de Hannah.

Libertada após a guerra, Hannah provavelmente continuou fazendo o mesmo tipo de trabalho que fazia como criada doméstica: cozinhar, limpar e costurar. Talvez ela tivesse a intenção de vender ou dar a colcha de retalhos para seus donos anteriores, uma vez que a colcha permaneceu com aquela família, até que eles a doaram para a Historic Carson House da Carolina do Norte.
Quem aí gosta de História???
A partir de hoje, nós estaremos contando um pouco sobre a magnífica história das Colchas de Retalhos durante os séculox XIX e XX.

Em 31 de dezembro de 1839, no Condado de McDowell, Carolina do Norte, Hannah e Pharaoh, ambos com doze anos de idade, foram dados como presente de casamento, por John e Rebecca Logan, para sua filha, Margaret Ruth, e seu marido, Thomas Young Greenlee.

Tendo adotado o sobrenome de seus donos, a menina, uma criada da casa, e o menino, um ferreiro, casaram-se mais tarde e tiveram uma filha, chamada Emm. Pouco se sabe sobre eles além disto, exceto que a confecção, de habilidade excepcionalmente artística, da colcha de retalhos aqui reproduzida foi começada por Hannah Greenlee, talvez em torno de 1880, e concluída por sua filha, em 1896, algum tempo após a morte de Hannah.

Libertada após a guerra, Hannah provavelmente continuou fazendo o mesmo tipo de trabalho que fazia como criada doméstica: cozinhar, limpar e costurar. Talvez ela tivesse a intenção de vender ou dar a colcha de retalhos para seus donos anteriores, uma vez que a colcha permaneceu com aquela família, até que eles a doaram para a Historic Carson House da Carolina do Norte.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

ETIQUETAS PERSONALIZADAS PARA ARTESANATO

Queridos, bem vindos a mais uma semana de muitas dicas, aqui no Revista Artesanato!
Como estão todos? Espero que esteja tudo em paz.
Bem, o post de hoje é especial para aqueles que ganham dinheiro com o artesanato, ou querem personalizar sua marca. Já pensaram em fazer etiquetas com sua marca? Na verdade mandar fazer etiquetas, nem sempre é barato. Mas essa criação que utiliza papel transfer (esses em que é possível transferir uma figura impressa para uma camiseta, por exemplo) é em conta e dá pra fazer em casa. Vamos lá?
Material: Papel transfer, alça pronta para bolsas, ferro de passar e tesoura.
Modo de fazer: Imprima no papel transfer (de acordo com as instruções do fabricante)a arte das etiquetas várias vezes, e recorte, de modo que se forme uma tirinha com várias etiquetas. Daí pegue essa tira impressa, posicione na alça e passe o ferro quente de modo que a impressão se transfira pra alça. Aí é só retirar com cuidado o papel do transfer e recortar as etiquetas da maneira que desejar!


Leia mais: http://www.revistaartesanato.com.br/geral/etiquetas-personalizadas-faca-a-sua-em-casa/06#ixzz2JHQtnwZC

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

PORTA FERRO


















Imagens cedidas por Sandra Fonseca do Blog -
 Valen patch.blogspot.com.br


 
A história do  Ferro de Passar Roupa

No momento em que o ser humano começou a substituir suas rústicas vestimentas de couro por roupas de algodão, surgiu a necessidade de obter mais conforto e dar uma melhor aparência a esses tecidos.

Tecidos plissados encontrados em túmulos, permitem afirmar que os egípcios conheciam instrumentos de passar quase dois mil anos antes de Cristo. Usavam gomas e passação a frio. Há registros que indicam também o uso de pesadas pranchas de bronze aquecidas.

Peças encontradas em escavações provam que alguns povos, dentre eles os escandinavos, praticavam o alisamento a frio desde os primórdios, com ossos, pedras e madeiras, hoje denominados brunidores.

Estampas e pinturas no Museu de Boston EUA, mostram que na China, entre 220 a.C. e 200 d.C., a dinastia Hang já usava o ferro de passar aquecido a brasas, um tipo caçarola com cabo de madeira, denominadas cassoletes. Os Romanos também usavam pranchas aquecidas, mas esta “sofisticação” caiu em desuso com a queda do Império.

Os Vikings, no período entre 800 e 1200, teriam sido os primeiros a utilizar alisadores de vidro. Nesse período usam-se também as calandras.

No séc. XII, os franceses já usavam roupas plissadas e especula-se que eram pregueadas a frio. Especula-se também que os holandeses teriam usado a passação a quente já no séc. XIII. Mas é no séc. XIV que a Europa efetivamente inicia a produção de ferros de passar forjados por ferreiros. E finalmente no séc. XV, com o domínio da fundição, a produção de ferros de passar fundidos ganhou grande impulso.

No séc. XVI os Italianos de Florença lançam a moda dos colarinhos, peitilhos e punhos de pregas. Surgem então o ferro de preguear e as tesouras de picotar. E com a chegada efetiva do algodão na Europa no séc. XIX, abre-se a era do “ferro-placa”, que inunda o mercado com maciços de todos os tamanhos, decorados, aquecidos individualmente ou em grupo através de estufas.

No Brasil, os ferros de passar só aparecem no séc. XIX e eram utensílios tanto raros como valiosos.

Embora conheça-se esta cronologia, é difícil classificá-la com precisão, pois enquanto determinado modelo ganhava destaque num continente, em outro tornava-se obsoleto. Efetivamente, em pleno séc. XXI, enquanto alisadores elétricos a vapor são comprados via internet, na Índia, África e América do Sul ainda são fabricados modelos aquecidos a carvão.
 




sábado, 6 de outubro de 2012